sexta-feira, 18 de junho de 2010

A volumetria.


O estudo da volumetria apresenta o conceito do projeto, que se dá através da composição de vários elementos, os volumes, gerando visualmente uma única forma.

A configuração da setorização e dos platôs gerou a forma, o jogo de volumes e diferentes alturas em decorrência da escavação na topografia. O estudo da forma partiu da relação direta com o terreno, onde os volumes emergem do terreno, inserindo à paisagem, amenizando o impacto com o entorno, criando a relação visual com a paisagem e a cidade.

Musica+Animação..ótima combinação!!

A setorização e concepção de projeto



O croqui apresenta o estudo de implantação, que considerou os ventos predominantes, Nordeste, a implantação do palco da arena externa sobre água, pois a superfície refletora do lago potencializa a propagação do som. Na lateral esquerda próximo ao limite das residências do Planalto Paraíso, foram implantadas áreas menos ruidosas, em função do impacto de vizinhança, na lateral direita próximo a APP foram implantadas as áreas mais ruidosas, pois a densa vegetação auxilia na absorção e isolamento do som advindo dos espaços internos e externos de prática musical.








O programa e fluxograma.

O espaço para Conservatório de Música de São Carlos foi setorizado em áreas que compreendem seus usos, ou seja, aulas de teóricas e administração; aulas práticas, estúdios e oficinas e espaço para apresentações. A área de convivência permeia os setores como forma de conglomerar as pessoas e distribuir os acessos.
O setores do projeto permitiu a configuração do fluxograma relacionado as áreas entre si, através das distribuição do fluxo que foi sistematizado em acessos de público e alunos sob a premissa que todos os espaços do conservatórios fossem permeáveis por todos os públicos.

Análise do terreno e diretrizes projetuais.



A análise do local apresentou as principais barreiras arquitetônicas e naturais localizadas no terreno do projeto. São elas: vegetação densa devido a presença da APP- Área de Proteção Permanente do córrego Paraíso; declividade da topografia; desnível entre o lago e a faixa para a ocupação do projeto e altura aproximada de cinco metros; habitações adjacentes à área possibilitando a previsão de ações de contenção ou amenização dos impactos de vizinhança, ruídos; a presença da via de trânsito rápido, rua Francisco Pereira Lopes; muro cercando a face sul do terreno.